O GPA informou nesta segunda-feira (13) que o Tribunal Arbitral negou seu pedido de tutela cautelar. A companhia buscava bloquear as ações do acionista Casino Guichard-Perrachon, além de impedir o uso de recursos oriundos de uma eventual venda.
Segundo a empresa, o caso integra o processo de arbitragem iniciado em maio de 2025. Nesse contexto, a disputa envolve recolhimentos de impostos realizados entre 2007 e 2013.
Arbitragem segue sem impacto no mérito
Apesar da decisão, o GPA afirmou que o processo principal continua normalmente. Ou seja, o Tribunal não analisou o mérito da disputa nesta etapa.
Além disso, a companhia reforçou que mantém sua estratégia jurídica. Dessa forma, o andamento da arbitragem segue na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional (CCI).
Empresa analisa medidas jurídicas
Após a decisão, o GPA iniciou a avaliação de novas medidas legais com seus assessores. Assim, a empresa busca alternativas para proteger seus interesses ao longo do processo.
Por outro lado, como o Tribunal negou o pedido, o Casino mantém liberdade para movimentar suas ações neste momento.
Disputa envolve período de 2007 a 2013
O GPA iniciou o processo arbitral em 6 de maio de 2025. Na ocasião, a companhia levou à CCI uma disputa tributária referente ao período entre 2007 e 2013.
Portanto, o caso ainda depende de análise mais aprofundada. Enquanto isso, investidores acompanham os desdobramentos, já que o resultado pode impactar a estrutura societária e financeira da empresa.

